quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Negros no Brasil: Passado e presente – MARIA LUIZA PAIXÃO


Responsável pela maior importação de escravos africanos do mundo, cerca de 5 milhões, o Brasil fez parte do grupo de nações que mais colaborou com uma das maiores atrocidades da humanidade, sendo o último país das Américas a abolir a escravidão. Foram mais de 300 anos de opressão, e em todo esse período houve muita resistência negra, da qual resultou várias figuras importantíssimas para a história afro-brasileira, e também, para a história no geral.
Uma delas é Zumbi dos Palmares, último líder do Quilombo dos Palmares, sucessor de seu tio, Ganga Zumba, que foi envenenado e morto por seus próprios companheiros, após uma aproximação com o governador, com intenções de um acordo entre o quilombo e o Governo; Zumbi foi um guerreiro, ajudou na libertação de vários escravos e é até hoje um grande exemplo de luta para o movimento negro, tendo o dia 20 de novembro, data de sua morte, como evento de celebração em várias cidades brasileiras, o Dia da Consciência Negra.




Outra figura histórica é Tereza de Benguela (conhecida também como Rainha Tereza), líder do Quilombo do Quariterê, que além de negros e escravos fugidos, acolhia também índios, e esse, localizava-se no Mato Grosso, durante o século 18. Ela é um exemplo de regência, pois implantou um sistema parlamentarista no quilombo, que decidia as normas e funcionamento do mesmo. Em 2014, foi instituído o Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, comemorado na data de seu falecimento, 25 de julho.
Mesmo hoje, (apenas) 131 anos após a abolição da escravatura, muitas dificuldades são presentes e comuns nas vidas de pessoas negras. Numa realidade cheia de desvantagens, preconceito e exclusão, já dizia a ativista Angela Davis “não basta não ser racista, é necessário ser antirracista”. Por isso, devemos apoiar políticas públicas, leis e projetos que visam reparação histórica com aqueles que sofrem até hoje os efeitos de um gigante erro cometido no passado.

TEXTO: Maria Luiza Paixão , aluna do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira

Projeto mestre na História tem o intuito de criar e disponibilizar diferentes conteúdos ligados a disciplina de História. 

Mentora do projeto - Professora  Aline Marques de Oliveira 

Esse projeto tem parceria com com o Programa União faz a Vida - PUFV


O ATAQUE AS TORRES GÊMEAS – 11 DE SETEMBR0 - DEYVISSON GABRIEL MOREIRA



O atentado realizado contra as torres gêmeas, e ao Pentágono (sede do Departamento de Defesa dos EUA) como já sabemos, foi realizado no dia 11 de setembro de 2001, no World Trade Center, em Nova Iorque.
Realizado pela Al-Qaeda(um grupo fundamentalista), 19 terroristas, sob ordem de Osama Bin Laden, e planejado por Khalid Sheikh Mohammed sequestraram 4 aviões comerciais(voo 11 da American Airlines, voo 175 da American Airlines, voo 77 da American Airlines e voo 93 da United Airlines) que foram lançados contra as torres.
O primeiro ataque ocorreu às 08:46 contra a torre Norte, o segundo às 09:03 contra a torre sul, já o terceiro foi lançado contra o Pentágono às 09:37, o quarto voo caiu antes de chegar ao destino, que era o Capitólio.
Ao todo foram registradas 2996 mortes, incluindo os 19 terroristas.
O que desencadeou o ataque foi um ocorrido na Guerra do Golfo, em 1990 o Iraque invadiu o Kuwait, e a família real kuwaitiana foi abrigada em Riad, capital da Arábia Saudita, isso resultou na possibilidade de invasão das tropas do Iraque, se aproveitando disso, Bin Laden ofereceu apoio, mas recusaram e aceitaram ajuda dos EUA, por sua vez, Bin Laden considerou isso uma ofensa, e afirmava que era um sacrilégio o fato de “infiéis” estarem protegendo o solo sagrado da Arábia Saudita. Ele afirmava também que o solo saudita estava sendo profanado. Assim, bin Laden desenvolveu um ódio profundo pelos EUA.





TEXTO: DEYVISSON GABRIEL , aluno do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira


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A GUERRA DO VIETNÃ – LUCAS CASAVECHIA


Contexto Histórico

Logo após o término da 2ª Guerra Mundial, em 1945, as duas novas grandes potências mundiais, Estados Unidos da América e União Soviética, entraram em um conflito socioeconômico, onde disputavam entre qual de seus ideais eram melhores, o Capitalismo, do lado dos EUA e o Socialismo, do lado da URSS.
            Foi um conflito indireto, onde as duas potências disputavam poder tecnológico, militar, econômico e social. Assim foi o período entre os anos de 1945 a 1991 com o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
            Neste longo período na história da humanidade, houveram muitos conflitos entre países menores, como Coréia, Vietnã e o Afeganistão, que inclusive está em conflito até hoje. Esses conflitos foram internos, onde a própria população lutava entre si. Como duas grandes potências disputavam pelo controle de seus ideais sobre o mundo, suas interferências tiveram grande importância no rumo dos conflitos.



Vietnã Em Guerra

            O Vietnã não era um país pacífico antes da chegada dos EUA, haviam muitos conflitos internos, inclusive um de seus maiores foi a Guerra da Indochina, onde os Vietnamitas lutavam contra o domínio dos franceses sobre seu país, onde era chamada a Indochina Francesa. Após cansativos 8 anos de conflito, com a independência do Vietnã, estabelecida na Conferência de Genebra (1954), o país agora era dividido em dois, Vietnã do Norte, que era aliado a URSS, seguindo ideais comunistas e o Vietnã do Sul, aliado dos Estados Unidos e seguindo seus mesmos ideais capitalistas.
           
No entanto, ficou decidido que a unificação dos dois lados seria feita por eleições no país. Com a provável vitória comunista nessas eleições, o primeiro ministro sul-vietnamita, Ngo Dinh Diem, aplica um golpe militar no país, provocando mais uma grande guerra civil, a qual havia começado sem nenhuma formalidade, apenas com ataques dos dois lados. Os sul-vietnamitas, junto dos Estados Unidos e aliados lutaram contra o Norte, conhecidos como vietcongues, para a unificação e controle do país.

Os Aterrorizantes Números

            Com aproximadamente 3 milhões de mortos confirmados, entre eles, mais de 60 mil soldados norte-americanos, esse conflito foi com toda certeza um dos mais sangrentos da história. Além de todas essas mortes, estima-se que aproximadamente 2 milhões de vietnamitas fugiram para outros países durante os conflitos.

Envolvimento dos Estados Unidos

            Os Estados Unidos tiveram uma participação indireta nos primeiros anos de guerra, fornecendo armamento militar aos sul-vietnamitas. Após um ataque a uma base norte-americana no Vietnã do Sul e a morte do então líder Ngo Dinh Diem, o presidente John F. Kennedy (1917 – 1963) envia algumas tropas para dar apoio ao sul. Somente em 1964, após o assassinato do presidente Kennedy, quando o presidente Lyndon Johnson chega ao poder nos EUA, que são criadas possibilidades do envolvimento direto do país no conflito. Tudo isso era incerto, até que uma embarcação estadunidense, o USS Maddox, é atacada pelos vietcongues. Mesmo os ataques não terem sido confirmados até hoje, serviram como motivação final para os Estados Unidos enviarem suas forças para o Vietnã do Sul. Estima-se que foram enviadas aproximadamente 500.000 tropas para lutar na guerra do

Táticas de Guerra

            Os EUA utilizavam estratégias mais devastadoras como o Napalm, hoje proibido pela ONU em conflitos armados por sua capacidade destrutiva e mortal gigantesca. Os helicópteros foram um dos mais utilizados métodos de transporte para as tropas aliadas por todo o país do Vietnã do Sul, também sendo uma das mais importantes estratégias americanas. Também é um conhecido o fato de que as tropas Estadunidenses utilizavam drogas como o LSD para confrontarem as tropas inimigas. Tais drogas deixavam-nos mais relaxados e com menos medo na hora de combater os vietcongues.
           
Os vietcongues por outro lado, utilizavam táticas de guerrilha, emboscadas e sabotagens, aproveitando ao máximo o terreno conhecido por suas tropas por lutarem em casa. Além dessas vantagens, existia também uma moral muito mais forte do lado norte-vietnamita, que lutava para defender seu ideal e seu país, diferente dos Estados Unidos, que lutavam por cobiça em problemas maiores.



A Tão Esperada Vitória

            Mesmo com todos os seus esforços para vencer a guerra e até mesmo uma aparente vitória por superioridade bélica muito elevada, os capitalistas estadunidenses saem perdendo, com um último ataque massivo dos vietcongues utilizando estratégias de guerrilha que pegaram os soldados americanos de surpresa. Tal ataque ficou conhecido como a Ofensiva do Tet.
           
Em 30 de janeiro de 1968, um ataque massivo e amplo dos vietcongues a mais de 30 das províncias do Vietnã do Sul, desestabiliza os milhares de soldados estadunidenses. Com o ataque em diversas bases simultaneamente, os grandes centros ficaram desprotegidos, fazendo com que os Norte-vietnamitas pudessem atacar com suas forças a capital da embaixada estadunidense, Saigon, e humilhar grandemente os americanos.
            Em 1973, os estadunidenses restantes deixam o país, levando a vitória e unificação do Vietnã, com o lado comunista liderando. Então se da o fim do conflito armado mais sangrento da história da humanidade depois da Segunda Guerra Mundial.

Filmes Sobre o Conflito

            
É claro que uma guerra dessa proporção seria de muito proveito para a mídia, então aqui vão alguns filmes para os amantes de história que desejam se aprofundar um pouco mais neste assunto. Alguns filmes tem uma visão mais heroica, tendo os estadunidenses como os “bonzinhos” da guerra, enquanto outros tem visão mais crítica, mostrando mais a realidade de um conflito desse tamanho.
- Apocalipse Now, 1979
- Nascido para Matar, 1987
- Bom dia Vietnã, 1987
- Air American, 1990
- Rambo, 1982


TEXTO: LUCAS CASAVECHIA , aluno do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira



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A Batalha de MidWay Ataque Japonês à Pearl Harbor - RAPHAEL CÔRREA


O ataque à base naval estadunidense de Pearl Harbor (07/12/1941), marcou o início do conflito entre Estados Unidos e Japão durante a Segunda Guerra Mundial. Esse ataque foi uma tentativa – fracassada – de destruir a frota naval dos Estados Unidos que estava no Havaí.
Destruir toda a frota americana era fundamental para que o Japão continuasse seu avanço pelas ilhas do pacífico.
Cena Real, mostrando um dos navios mais importantes dos

 Estados Unidos, severamente danificado.                                          
A rivalidade do Japão com os EUA remonta à década de 1920. Nesse período, os Estados Unidos vetaram uma série de exigências japonesas sobre territórios na China. Além disso, a presença dos Estados Unidos nas Filipinas era um incômodo para os japoneses, uma vez que essa era uma região almejada pelo Japão.
A guerra refletia o completo desconhecimento a respeito da capacidade econômica e de guerra dos Estados Unidos. Em outras palavras, o Japão subestimava o inimigo e não possuía os recursos suficientes para manter uma guerra com os EUA a longo prazo, principalmente pelo grande desgaste econômico e de recursos que sofria em razão da guerra contra a China, que ocorria desde 1937. O almirante Yamamoto, responsável por planejar o ataque a Pearl Harbor, sabia disso e foi um dos poucos que tiveram coragem de se posicionar contra o militarismo histérico do Japão. O objetivo Japonês com o ataque, era a destruição completa da frota naval americana no Pacífico, o que garantiria ao Japão caminho livre para expandir-se.
O ataque (comandado por Chuichu Nagumo) a Pearl Harbor, apesar de ter pego os americanos de surpresa e gerado um número alto de destruição e mortes foi mal executado. Afundou alguns importantes navios americanos, mas esteve longe de destruir totalmente a frota naval no Havaí.
Contra ataque Americano com bombas, às cidades de Hiroshima e Nagasaki.
Explosão também conhecida como “Cogumelo Atômico de Hiroshima”;

Por fim, o ataque a Pearl Harbor acabou trazendo grandes consequências à ambos países: O saldo de destruição do ataque para os americanos foi de mais de 2000 mortes e cerca de cinco navios, que afundaram, além de muitos outros que foram danificados que resultaram na negociação e rendição dos americanos. Entretanto, isso não aconteceu e, poucos meses após o ataque a Pearl Harbor, os Estados Unidos passaram a dominar o conflito contra o Império Japonês, e como forma d e não manchar sua reputação, organizou um ataque ao solo Japonês, onde lançou bombas ( Apelidadas ironicamente como “Fat Man” e “Little Boy”) nas cidades Hiroshima e Nagasaki.

TEXTO: RAPHAEL CÔRREA, aluno do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira



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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Josef Mengele, mais conhecido como o Anjo da Morte! – ANNY CAROLINE TURRA


  • Nascido em 1911, em Günzburg um vilarejo localizado no sul da Alemanha, Josef Mengele sendo o primogênito, não quis continuar com os negócios da família, a qual era muito conhecida por terem a terceira maior indústria do país. Mengele decidiu seguir a carreira de médico, e dizia aos seus colegas “que um dia ainda leriam seu nome na enciclopédia”. 


  • A universidade de Munique a qual Mengele estudava, era uma das mais influenciadas pelas crenças nazistas, que confundiam antropologia com genética, e genética com eugenia. Havia também o professor Ernst Rudin, a quem Mengele tinha como exemplo, que defendia o pensamento de que médicos obtinham o dever de eliminar vidas, que eram “ameaças” a raça ariana. E em 1933 essa absurda ideia de Rubin tornou se uma lei para exterminar todos aqueles com deformidades no corpo, doenças mentais ou físicas entre outras hereditárias.
  • Esse fato deu a Mengele, agora agregado a SS (força paramilitar de Hitler), a permissão de escolher os destinos dos prisioneiros que chegavam a Auschwitz, ora um a esquerda, rumo à câmara de gás, ora outro a direita, ainda “capaz” do trabalho escravo. Segundo depoimento, Mengele era o único entre os médicos nazistas que apreciava esse momento, sabemos, pois que seu maior interesse era escolher as cobaias para seus experimentos, sendo crianças gêmeas seus prediletos, por conta da curiosidade que ele tinha pela genética.




  • Nunca fora encontrado registros sobre os experimentos de Mengele (à informação de terem sidos destruídos daquele “jeitinho” nazista: em uma fogueira). Oque é conhecido, vem de relatos de sobreviventes e colegas. Ao fugir após o fim da 2° guerra mundial, Mengele passa a se chamar Fritz, um trabalhador que colhia batatas, no sul da Alemanha. Até então que ele consegue um passaporte falso para a Cruz Vermelha em 1949. Agora com um novo nome “Helmut Gregor”, abandona sua esposa e filho de apenas 5 anos, e se munda para Buenos Aires, onde encontrou uma rede de proteção nazista, e ali construiu uma nova vida, deixando para trás sua carreira de médico. Sua vida era tão tranquila, que Mengele resolveu voltar a usar seu nome verdadeiro. Chegou a ser sócio de um laboratório e a vender um remédio para a cura da tuberculose com o seu próprio nome. No enquanto, logo foi feito um pedido de extradição, e seu tempo de processo foi tão lento, dando uma nova oportunidade de fuga a Mengele, que dessa vez se mudou para o Paraguai. Lá lhe foi concedido à nacionalidade de paraguaio, porem logo foi para o Brasil, ao saber da captura feita por Israel, ao estrategista do holocausto Adolf Eichmann em Buenos Aires, que teve seu julgamento em Jerusalém.
  • Ao chegar aqui, Mengele teve o primeiro contanto com Wolfgang Gerhard, um ex-líder de um grupo de juventude Hitlerista que estava no Brasil desde 1948, esse arrumou uma família que o abrigara em troca de uma pensão. Os Stammer, um casal de Húngaros, estavam à procura de um caseiro que pudesse tomar conta de sua fazenda. Foi então, Mengele, que se passava por Peter Hochbichle, o felizardo.

  • Mas seu disfarce durou pouco, Mengele não atuava como um simples camponês, pois de ignorante não tinha nada. Ouvia musicas clássica, falava de filosofias e historia “A primeira impressão que tive foi a de um homem simples, limpo e arrumado” diz Gitta Stammer, em uma entrevista que fez em 1985 a um canal de TV britânico. “Então, começamos a perceber que ele tinha medo de todo mundo. Quando alguém vinha a fazenda, ele desaparecia”. Relataram também que ele só saia de chapéu e com uma matilha de cães junto de si. 

  • Foi desmascarado por Gitta, que o confronta ao ver uma foto dele no Jornal, que naquela época foi apresentado como um criminoso nazista da SS. Mengele então confessa sua verdadeira identidade e como a relação dele com o causa ficou conturbada, os três foram para a Grande São Paulo em Caieiras, onde Mengele reencontra Gerhard que lhe apresenta um novo casal. Wolfram e Liselotte Bossert deixaram Mengele autoconfiante à não mais esconder seu rosto, a sair para jantares entre outras diversões. Em 1971, Wolfgang Gerhard deixa sua cédula de identidade com Mengele, e volta para a Austrália. Pouco tempo depois, Mengele se muda para uma chácara da família Stammer e vive anos de solidão e medo, em péssimo estado de saúde. Até que 3 anos mais tarde, recebe a visita de seu filho Rolf, que já tinha 33 anos na época. Rolf o surpreende com suas interrogações sobre Auschwitz “Meu pai tentava convencer me de que salvou milhares de vidas. Disse que não dava ordens e que não foi responsável pelas câmaras de gás. Que os gêmeos do campo deviam lhe suas vidas. Que jamais fez pessoalmente mal a alguém. Infelizmente percebi que ele nunca expressaria nenhum remorso ou culpa.” Conta Rolf em sua entrevista que se encontra no livro Mengele: the complete story. 
  • Em Fevereiro de 1979, morre o carrasco Josef Mengele aos 67 anos de idade, após ter um provável AVC na praia em Bertioga. Estava ele acompanho do casal de amigos Bossert, que lhe convidada para sua casa de praia, tentado tira-lo do estado depressivo que estava. Apesar da tentativa, Wolfram não consegue resgatar o amigo com vida.


  • A CAÇA CONTINUA
  • Mengele havia comentado ao casal Bossert que quando morresse, gostaria de ser cremado. Assim, nunca se saberia o paradeiro do anjo da morte. No entanto, a legislação brasileira não condiz com o desejo do alemão, pois para a cremação ser feita, precisaria de autorização da família do defunto.

  • As investigações continuavam, governos e organizações ofereciam alto valor de recompensa para novas informações, que só 40 anos depois do fim da 2° Guerra, sob pressão, o chanceler Helmut Kohl e contra correspondência trocadas entre a família Bossert eo ex secretário da família Mengele, lamentando sua morte.
  • Ao saber da possibilidade do corpo de Josef Mengele estar enterrado no Brasil, Romeu Tuma,superintendente regional da PF, viu uma oportunidade em se reerguer das condições social que se encontrava, após a má fama que tinha, por ter dirigido o infame DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) durante a ditadura militar que acabara de terminar. Após ficar dias tocainado os Bossert, Tuma os faz confessar ter acobertado Mengele, e os levarem os até sua sepultura.
  • Após muita avaliação para o reconhecimento da ossada de Mengele, foi feito uma intimação a Família de Mengele levar seus restos mortais, no entanto a remoção foi recusada , e hoje ele contribui pela primeira vez na ciência, com seus ossos sendo usado em aulas na Faculdade de Medicina da USP, onde o doutor Daniel Muñoz utiliza parademostrar a seus alunos o processo para se identificar ao defunto com sua ossada.


  • TEXTO: ANNY CAROLINE TURRA , aluna do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira



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  •   

O Holocausto brasileiro: Os horrores do Hospital psiquiátrico de Barbacena – FELIPE DIAS


O holocausto foi um “Grande Campo de Concentração e extermino”. Em 1903 foi fundado um hospício mais conhecido como Colônia” se transformou ao longo das décadas. Principalmente entre os anos 1960 e 1980, em um depósito de pessoas indesejadas, muitas dessas sem diagnóstico algum, seja tal de qualquer deficiência ou problemas mentais. Eram condenadas a condições sobrenaturais capazes de revirar o estômago de qualquer leitor que não seja completamente indiferente do sofrimento alheio.

Privilegiando a história de algumas pessoas que ali estavam “confinadas” caso como de Geralda Siqueira Santiago, estuprada aos 14 anos e enviada grávida ao manicômio, e também o de Celita Maria da Conceição que também grávida, lambusava a própria barriga com fezes para afastar os funcionários do lugar, e evitar que eles a induzissem ao indesejável aborto.

Pessoas de cabeças raspadas, anônimas ou chamadas por um nome que não era seu. Nuas ou semi-nuas, cobertas com farrapos.
Se alimentavam de carne crua, ratos ou pombas que eles conseguiam apanhar bebiam água da própria urina várias vezes ou também água de esgoto.  Dormiam muitas na maioria das vezes em chão duro ou capim. Eram espancadas, violentadas e eletrocutadas muitas das vezes. Mulheres grávidas cobrem suas barrigas de fezes para que ninguém tenha coragem de as tocar para forçar um aborto. Mais não adianta muito em nada. Assim que dão a luz as crianças são mandadas para um lugar bem longe dali.

Provavelmente todas as pessoas confinadas ali, estão internadas a força. Há quem diga que são loucas, na grande maioria, cerca de 70% não tem diagnóstico algum. Prostituição, homossexualidade, meninas grávidas indesejavelmente, esposas que perturbavam seus maridos por conta das amantes, alcoólatras, pessoas epiléticas, garotas que envergonhavam seus pais por terem feito sexo antes do casamento, algumas dessas pessoas apenas tímidas ou depressivas. Pouco importava se estavam internadas no maior hospício do Brasil, em Barbacena - Minas Gerais.É por que tem motivo para ficarem isoladas da sociedade.
Mais nem tudo é desgraça, muitos se beneficiam disso. Começando com os poderosos que se livram de pessoas inocentes. Também se beneficiam quem também de alguma forma tira proveito dos detentos, explorando sua mão de obra, seja vendendo corpos que ali morreram para faculdades, seja derretendo em ácido os corpos não vendidos para que possam comercializar as ossadas.

Pelo que podemos saber, essas atrocidades fazem parte somente do passado da colônia, como era conhecido o hospício de Barbacena. Mais a história é do maior manicômio do Brasil, onde mais de 60 mil pessoas morreram, não pode ser esquecida.

A autora Daniela Arbex  criou um livro: Holocausto Brasileiro “Genocídio: 60 mil mortos no maior hospício do Brasil.

Mais tarde a designação de Hospital Colônia de Barbacena foi alterada para Centro Hospitalar Psiquiátrico de Barbacena. Atualmente é a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG) que gere o hospital.




                                                  BIBLIOGRAFIA:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hospital_Col%C3%B4nia_de_Barbacena
https://paginacinco.blogsfera.uol.com.br/2019/03/19/holocausto-brasileiro-os-horrores-do-hospital-psiquiatrico-de-barbacena/



TEXTO: FELIPE DIAS , aluno do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira



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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

A Guerra do Pacífico/ Hiroshima e Nagasaki - TIAGO JOSÉ DA SILVA


             
O ataque a Pearl Harbor em dezembro de 1941 marcou a entrada dos Estados Unidos e do Japão na Segunda Guerra e deu início oficialmente a Guerra do Pacífico, uma de suas frentes da batalha mais importantes. Além da frente do Pacífico, os EUA também se engajaram no apoio aos seus aliados europeus contra os nazistas, o que demandou o investigamento em novas armas e estratégias em combate.
Após sucessivas investidas feitas de ambos os lados, as vitórias americanas, como na Batalha de Midway, em junho de 1942, deixaram claro a superioridade militar dos EUA, e colocaram em posição vantagem na Guerra.

                  O Projeto Manhattan
             

Ainda antes de entrar oficialmente na guerra em 1939 os EUA passaram a investir na pesquisa e construção desse novo tipo de arma um grupo de cientistas e Engenheiros liderados pelo exército americano foi reunido e deu início ao projeto Manhattan contando com o apoio de Canadá e Inglaterra
 Com a entrada dos Estados Unidos na segunda guerra em 1941 e as informações colhidas pelo sistema de espionagem de que a Alemanha também estaria tentando produzir uma bomba atômica.Depois do final da Guerra o Projeto Manhattan prosseguiu até 1947 quando foi substituído pela Comissão de Energia Atômica

                 Hiroshima e Nagasaki
               

Hiroshima hoje em dia
Durante a Conferência de Potsdam que reuniu os aliados em Berlim entre julho e agosto de 1945 foram apresentados os termos De rendição do Japão. Algumas cidades japonesas foram selecionadas como alvos potenciais dentre as quais Hiroshima e Nagasaki duas grandes cidades que permaneciam até então relativamente fora dos Bombardeios americanos.
  No dia 6 de Agosto de 1945 o Presidente Americano Harry Truman da ordem para o primeiro ataque nuclear.
   A bomba batizada de Little Boy foi lançada sobre o primeiro alvo Hiroshima ainda durante a manhã. Estima-se que 80 mil pessoas morreram e mediatamente após explosão e mais dezenas de milhares ficaram gravemente feridas.
   A cidade de Hiroshima ficou praticamente destruída apesar de toda a destruição causada o exército japonês acreditando que ainda poderiam resistir e que os americanos não teriam outra bomba atômica três dias depois em 9 de agosto de EUA lançaram novo ataque dessa vez sobre Nagasaki a bomba Fat Man teve seus efeitos reduzidos pela formação geográfica de Nagasaki cercada por montanhas.

            As Consequências
                 

Nagasaki hoje em dia
Ainda que a justificativa oficial dos EUA tem sido de que o lançamento das bombas atômicas tinham por objetivo acelerar a rendição ao Japão e evitar ainda mais mortes foi estendido como uma mostra de seu poder Militar da União Soviética.
  No contexto da guerra fria houve a intensificação nos dois países dos investimentos em tecnologia nuclear esse processo ficou conhecido como "Corrida Armamentista" e tinha por objetivo desenvolver armas que intimidassem a potência rival.
  Em 1949 a URSS desenvolve sua primeira bomba atômica e o mundo passa a viver sobre a constante ameaça de uma guerra nuclear.


TEXTO: TIAGO JOSÉ DA SILVA , aluno do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira



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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Independências: Àfrica e Àsia - Inara Gabrieli Drancka Androcheski


No século XIX os europeus se apossaram de grandes porções da Ásia e da África e se submeteram seus povos.
Nos trinta anos que se seguiram ao final da Segunda Guerra (1945), a imensa maioria dos povos daqueles continentes conseguiu sua independência.

As Razões Da Independência

·        * A luta dos próprios africanos e dos asiáticos nos movimentos de independência de seus países.
·        * O enfraquecimento das potências colonialistas europeias devido ás perdas sofridas durante a Segunda Guerra.
·      *  A força de movimentos como pan-africanismo e negritude.

As lutas pela independência da Àfrica e Àsia também contaram com a solidariedade dos países recém-libertos.
Na Conferência de Bandung, realizada na cidade de Bandung na Indonésia, 29 países independentes se autodominaram Terceiro Mundo, declararam-se não alinhados, ou seja, neutros na Guerra-Fria entre Estados-Unidos e União Soviética, e prometeram apoiar as independências na Àfrica e Àsia.


Na década de 1940, sob a liderança de Patrice Lumumba, teve início um movimento para a libertação colonial do Congo. Em 1960, várias entidades nacionais se uniram à Organização das Nações Unidas (ONU) e pressionaram a Bélgica para declarar a liberdade do Congo, fato ocorrido no mesmo ano.


Após a independência do Congo, fundou-se a República Democrática do Congo e Patrice Lumumba foi eleito primeiro-ministro congolense. A história do Congo independente iniciou-se com várias divergências políticas: logo no primeiro mês em que Lumumba havia tomado posse, iniciou-se uma rebelião contra o seu governo.
O primeiro-ministro Lumumba não acreditava que somente a independência política livraria o Congo da dependência colonial, mas declarou que a libertação da África aconteceria a partir do momento que o Congo deixasse de ser dependente economicamente da Europa.
Depois da declaração do primeiro-ministro do Congo, todos os investidores ocidentais presentes no país ficaram sob alerta. As várias corporações inglesas e belgas que investiram na exploração do cobre, cobalto, diamante, ouro, entre outros minérios, estavam temendo uma nacionalização das empresas, ou seja, temiam influências comunistas, desde a aproximação do governo do Congo com a União Soviética.
Logo em seguida, no ano de 1961, Lumumba foi sequestrado e assassinado num golpe de Estado financiado e apoiado pelos Estados Unidos. O golpe de Estado no Congo somente foi possível em razão do apoio dado aos Estados Unidos pelo antigo oficial da Força Pública Colonial, Joseph Désiré Mobutu.
O apoio dado aos Estados Unidos renderia a Mobutu o governo do Congo, tornando-se ditador de 1965 a 1997. Ele ficou 32 anos no poder e transformou o Congo em seu quintal particular. Mobutu foi sempre financiado pelos Estados Unidos e França em troca do seu anticomunismo e pela liberação da exploração capitalista ocidental nas minas de minérios do Congo.
O ditador, nos seus mais de 30 anos no poder, instalou um dos governos mais mundo, Mobutu só foi derrubado do poder em 1997. 





A Conferência de Bandung e a descolonização da África
Alguns anos depois dos acontecimentos na Índia, em 1955, 29 países, sendo 23 africanos e 6 asiáticos, se reuniram em Bandung, na Indonésia, para discutir a posição dos novos Estados na ordem mundial bipolar, característica da Guerra Fria.
Além da política de não alinhamento automático a nenhuma das duas superpotências, os países presentes na Conferência afirmaram seu direito a autodeterminação e o repúdio a todas as formas de colonialismo. Nesse sentido, o principal resultado da Conferência de Bandung foi o impulso dado aos movimentos de independência no continente africano. 
Os processos de descolonização na África se deram, principalmente, a partir da pressão de movimentos de dentro das colônias. Contudo, esses movimentos não possuíam atuação uniforme, por isso fizeram uso de estratégias diferentes para conquistar a independência de seus países.
Alguns desses movimentos desencadearam conflitos militares contra as metrópoles, como no caso das antigas colônias da Argélia, Congo Belga e África Oriental, contra França, Bélgica e Inglaterra, respectivamente, que resultaram na criação de novos países.
Em outros prevaleceram as negociações diplomáticas, que inclusive preservaram interesses econômicos das metrópoles. Dentre os diferentes casos, também cabe destacar as colônias portuguesas, como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, que conquistaram sua independência entre Nkrumah foi preso pelos britânicos em 1951, mas isso só contribuiu para torná-lo ainda mais popular. Seu partido, a Convenção do Partido Popular, acabou preenchendo 34 das 38
A Costa do Ouro
Kwame Nkrumah, chefe do governo da Costa do Ouro (colônia britânica), declara a independência de seu país, que passa a se chamar Gana e terá capital em Acra. É o fim de um longo processo que inclui revoltas, a formação de uma assembleia local amplamente favorável, prolongadas negociações com o Reino Unido e a unificação de diversos protetorados.
A vitória dos Aliados havia alimentado as esperanças dos nacionalistas de diversas colônias europeias na África. A doutrina do nazifascismo era contrária à autonomia dos povos do continente; por outro lado, o Reino Unido e os Estados Unidos haviam assinado, em 1941, a Carta do Atlântico, que reconhecia o direito de autodeterminação dos povos como um dos princípios básicos das relações internacionais.
Nkrumah foi preso pelos britânicos em 1951, mas isso só contribuiu para torná-lo ainda mais popular. Seu partido, a Convenção do Partido Popular, acabou preenchendo 34 das 38 cadeiras da Assembleia Legislativa. A partir daí, o Ministério das Colônias do Reino Unido teve de ceder: o novo governador britânico enviado para a Costa do Ouro abriu negociações com Nkrumah para a construção de um governo que possibilitasse o fim do regime colonial.
Assim, em março de 1957, a Costa do Ouro se tornou o primeiro país da África Ocidental a conquistar a independência e o primeiro da África Subsaariana após a Segunda Guerra. Deixou o Reino da Comunidade de Nações Britânicas e foi rebatizado como Gana, numa referência ao antigo reino que ocupou a região entre os séculos 10 e 15. Três anos depois, adotaria o nome definitivo de República de Gana.
Após a independência, Kwame Nkrumah tomou posse como primeiro-ministro. Pan-africanista, ele tentou formar uma união de Estados africanos. A proposta, nunca se concretizou, mas a Conferência dos Povos Africanos, realizada em 1958 na cidade de Acra, foi um importante momento para a articulação das forças políticas pró-independência das diferentes regiões do continente. Nos oito anos seguintes, trinta novos países surgiriam no mapa africano.
O Congo
descolonização africana acentuou-se a partir da década de 1950. Muitos países que ainda se encontravam como colônias dos europeus iniciaram um processo de independência. O Congo, por exemplo, era uma colônia da Bélgica.



Angola, Moçambique e Guiné-Bissau.

Na Àfrica sob o domínio português, a vida dos Africanos também era marcada por intensa exploração. Os angolanos, por exemplo, trabalhavam para os portugueses nas plantações (cana-de-açúcar, milho, café, amendoim), nas minas (diamantes) ou nas cidades, em troca basicamente de roupa e comida, já que os melhores empregos era para os portugueses vindo da Metrópole.
Em 1930, esse sistema de trabalho foi substituído pelo Sistema de contrato, por meio do qual o governo português prometia fixas os salários dos africanos e respeitar os seus costumes e valores.
Em 1951, um grupo de universitários vindos da Àfrica fundou o Centro de Estudos Africanos. Entre esses jovens estavam Amílcar Cabral, agostinho Neto, Mario Pinto de Andrade e Francisco Tenreiro e Noémia de Sousa
Essa geração de militantes africanos – conhecida como ‘’geração de 50’’ foi perseguida pela polícia politica salazarista e o Centro foi fechado.
O governo salazarista usou a diplomacia e a violência para defender seus interesses na Àfrica
Em Portugal, os gastos com a guerra na Àfrica (cerca de 40% do orçamento nacional.) e as mortes de milhares de jovens soldados todos os anos geram fortes deslocamentos, o que cobriu para a eclosão da Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974.
Esse movimento, liderado por jovens oficiais das Forças Armadas portuguesas teve amplo apoio popular e derrubou a ditadura salazarista que vigorava em Portugal havia 42 anos.



A Luta Contra o Apartheid Na África do Sul

Em alguns países africanos independentes, os nativos tiveram de lutar contra a opressão de regime segregacionistas como o da Rodésia e o da Àfrica do Sul.
Em 1948, a minoria branca decidiu oficializar o apartheid: regime segregacionista que obrigava os negros a morar em lugares separados dos brancos, a frequentar escolas, praias e restaurantes só para negros e a andar constantemente com um passe, de modo que a policia pudesse controlar seu deslocamento.
Eram proibidos também terras em 87% do território


Reagindo a essa situação, o Congresso Nacional Africano (CNA) promoveu varias manifestações contra o governo racista de seu país.

Numa delas, em 1946, o governo prendeu 8 líderes do CNA, entre eles Nelson Mandela, que foi condenado á prisão perpétua.
Em julho de 1976, milhares de estudantes negros foram as ruas de Johanesburgo, a maior cidade do país, em protesto contra a imposição da língua africâner nas escolas.
A policia atirou contra as crianças e os jovens que marchavam vestidos com seus uniformes escolares.Cento e setenta crianças foram mortas no episódio que ficou conhecido como Massacre de Soweto.





TEXTO: Inara Gabrieli Drancka Androcheski , aluna do 9º ano da Escola Estadual Doutor Anísio José Moreira



Projeto mestre na História tem o intuito de criar e disponibilizar diferentes conteúdos ligados a disciplina de História. 

Mentora do projeto - Professora  Aline marques de Oliveira 

Esse projeto tem parceria com com o Programa União faz a Vida - PUFV